“Agora percebo as muralhas que ergui e disponho a cortar-me com ventos vindos do norte. O meu amor é subversivo, inverso, descabido. Amei e criei para mim os sentimentos, as vasões e os motivos pelo qual eu queria morrer e agora morro sozinho, sem ver-te nem sentir-te. Tu se encontras do outro lado do muro que atijolei com espinhos para não pular para aí; refiz meus planos, meus amores, minhas loucuras e concretizei o nosso que, na verdade, nunca foi nosso. Eu morro deste gélido vento e tu se apagas por entre as cortinas de um adeus. Amor, eu posso ver a sua auréola.”
“É tão ridículo assim alguém se apaixonar? Olha, baseado nos sintomas tradicionais que andei desenvolvendo nas últimas semanas, eu não usaria exatamente a palavra “ridículo”, a não ser que você ache todos os hospitalizados uns patéticos fingidos. Mas quando as coisas não rolam, quando não há qualquer sinal de correspondência, a sensação é mais ou menos um saco, como um resfriado mal curado. Você não consegue ir a lugar algum sem espirrar sua doença na cara dos outros. Não há antibióticos contra a paixão.”
“Você conhece uma pessoa, não da nada por ela, acha que vai ser só mais uma. Mas ela vai se mostrando de um jeito que te cativa.Você não consegue mais ficar sem pensar nela, um instante que for. Ela se torna importante, deixa de ser só mais uma pessoa, e vira a pessoa. A pessoa com que você gostaria de passar o resto de sua vida.”
“Sem você, a solidão me abraça.”
“Eu sei que tenho meus defeitos mais eu vou te dizer… que eu só quero você, que eu só amo você.”
“Guardo no meu baú de brinquedos, você! Guardo como se nada pudesse ver, sentir, ter ou pedir, não dou à ninguém. Guardo no baú de brinquedos, você, meu bem.”
Meu amor, é você mesmo meu bem, estou eu aqui novamente em outra noite escrevendo-te esta carta, me desculpe se sou péssima com as palavras mas é que na verdade só estou aqui a te escrever novamente é porque estou com saudades, é meu bem estou, sinto tua falta, falta de nós… Ah desculpe-me se esta carta carta estiver com alguns respingos de lágrimas mas é que, lembrei da gente, de como era bom tudo aquilos que nós tínhamos mesmo não tendo, me perdoe meu bem por eu ter me afastado de ti, mas quero que saiba que fiz para o seu bem, não quis te magoar, pois pensei que seria melhor assim, não estranhe se eu estiver repetindo as palavras pois como lhe avisei sou péssima com elas, te escrevo essa carta como todo meu amor, para te avisar que eu não te esqueci e não deixei de te amar. E agora estou aqui com lágrimas em meus olhos mas com um sorriso em minha boca, apenas para lhe dizer “Boa noite meu amor” (prendsoindemoi)